A conspiração revolucionária da oposição brasileira a Vargas no Prata (1930-1934)

Carlos Roberto da Rosa Rangel

Resumo


O presente artigo analisa os conflitos entre setores da elite política paulista e sul-rio-grandense e desses com o governo federal, entre 1930 e 1934. Exilados no Prata, paulistas e gaúchos articularam planos revolucionários que não se efetivaram devido ao crescente apoio recíproco entre os governos de Gabriel Terra (Uruguai), Getúlio Vargas (Brasil); os paulistas substituíram a possibilidade revolucionária por um arranjo político com o governo federal; e os frenteunistas gaúchos dividiram-se entre os adeptos da revolução regionalista e os defensores do retorno às atividades partidárias. Nos dois grupos, o discurso de oposição aos regimes autoritários foi substituído por uma postura de subordinação do sujeito social ao aparato estatal.


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