JUDEU: ALMA SENSÍVEL E REVELAÇÃO, EM FARDA, FARDÃO, CAMISOLA DE DORMIR, DE JORGE AMADO

Márcio Henrique Muraca

Resumo


O judeu aparece na obra de Jorge Amado, assim como na de outros autores de esquerda da geração de 1930, como metonímia de subversão, assim como de “comunismo”, especialmente sob a vertente stalinista do período. Sobre tal aspecto, já se escreveu sobre a presença do judeu em tais obras. No entanto, além dessas conclusões, é possível entrever numa obra tardia de Jorge Amado, como Farda, fardão, camisola de dormir (1979), algo mais: a do judeu não apenas como profeta do socialismo, mas também como elemento que se vincula à sensibilidade e à revelação de um tempo/espaço mítico, poético, utópico.


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